01/05/2026
O Futuro do Trabalho: Entre o Cartão de Ponto e a Singularidade Humana: Acesse Aqui: https://bit.ly/4t87iSM
Na minha última palestra, usei um contraste visual forte para falar sobre o futuro: de um lado, a imagem de uma empresa moderna, fluida e tecnológica; do outro, o clássico Tempos Modernos de Charlie Chaplin.
Todos sonhamos com organizações totalmente engajadas, onde a Gestão de Pessoas é o pilar estratégico que impulsiona o desenvolvimento de cada indivíduo em sua singularidade.
Mas a realidade do dia a dia é um campo de batalha.
Muitas vezes, o RH ainda é visto apenas como "aquele que abraça árvores". E quer saber? Talvez a gente abrace mesmo. Somos humanos lidando com humanos. Em um mundo de metas agressivas e prazos curtos, esse "abraço" — a empatia, a escuta, o acolhimento — é, muitas vezes, o escape necessário para aguentar os perrengues diários.
Enquanto tentamos olhar para o futuro, o presente nos cobra com força:
+ São as NRs que precisam de rigor.
+ É a complexidade da Gestão de Saúde.
+São as discussões de escalas e novas legislações que não param de chegar.
Temos que fazer cumprir, garantir a conformidade e equilibrar os pratos.
E, se algo falha, a conta geralmente cai no RH. Somos o apoio constante tanto para a empresa quanto para o colaborador, mas essa corda é esticada todos os dias.
A gestão de pessoas não é um departamento isolado; é uma postura organizacional. Por isso, deixo uma pergunta para você, empresário e gestor:
• Neste Dia do Trabalho, qual é o seu papel real na construção dessa nova era?
O RH pode ser o braço estratégico, mas o engajamento e a visão de que o colaborador é um ser único precisam vir de quem toma as decisões no topo.
O trabalho mudou. E a sua empresa, saiu de 1936 ou continua apertando parafusos no automático?