Adriano Macias

Adriano Macias Página do Amigo Adriano Macias, atuante na área Social Desde o Ano 2.000, com Diversos Projetos Sociais por todo o estado do RJ, Serviço Voluntário!

No Direito pelo Social
Presidente da ONG Rompendo Barreiras e Socializando fala de sua trajetória nas ações sociais e de impressões sobre o futuro em 2018
As mazelas que insistem em sacrificar a população país afora fizeram florescer no Brasil as chamadas organizações não governamentais (ONG), entidades que se dedicam a socorrer pessoas às quais os governos negam atenção em diversas áreas. Uma des

sas organizações, com atuação em Campo Grande, é a Rompendo Barreiras e Socializando (RBS), que há 18 anos trabalha para minorar o sofrimento alheio e, por outro lado, com o propósito de abrir portas para que as pessoas tenham condições de construir um futuro mais promissor. Financiada com recursos de seus próprios integrantes, doações e parcerias com diferentes instituições, a RBS começou emprestando muletas, cadeiras de rodas e de banho, mas as necessidades encontradas foram de tal ordem que novas demandas acabaram incorporadas à sua cartela de serviços. Hoje recupera cadeiras de rodas, empresta camas hospitalares, atua em campanhas de exames de vistas grátis e oferta de óculos a preços populares, além de intermediar concessão de bolsas de estudos em instituições de nível superior, já contabilizado exatas 22.000, bolsas de estudos, até o primeiro semestre de 2018. O caos na saúde no estado do Rio levou a RBS a outra frente de batalha, reunindo uma equipe de voluntários liderada pelo cirurgião Marcelo Parseghian e o neurocirurgião Edson Nunes. Eles comandam um exército de assistentes sociais, dentistas, ginecologistas, psicólogos e pediatras, que já levou atendimento médico a diversas comunidades da Zona Oeste e a cidades como Itaguaí e Mangaratiba, muitas das quais surpreendidas como tamanha atenção nunca antes vista em tais localidades.
À frente da RBS está um universitário que tirou da infância a inspiração para se dedicar aos menos favorecidos. Filho de família abalada por uma crise conjugal, Adriano Macias teve que trabalhar muito para ajudar a mãe a cuidar de seu irmão mais novo, não sendo poucas as vezes em que chegou à feira para garantir, na chamada xepa, parte da alimentação para abastecer sua casa. “Eu prometi a Deus que quando melhorasse de vida iria ajudar as pessoas que passam necessidade.”, lembra ele, sonhando com a construção de uma sede para a entidade. Adriano Macias tem hoje 42 anos, cursa o 10º período de Direito na Universidade Cândido Mendes, na qual é presidente do Departamento Acadêmico. Ele atua ainda como diretor do campus Califórnia do Conservatório Brasileiro de Música - Centro Universitário Brasileiro de Educação. É casado com Késia Valeriano Macias, com quem tem a filha Sophia, de 08 anos; e o enteado, Guilherme, de 12. Na entrevista que segue, ele conta os caminhos a que a vida o levou a seguir. O AMARELINHO – Quem é Adriano Macias? Adriano Macias – Tive uma infância difícil, e comecei a me projetar frequentando o Luso Brasileiro Tênis Clube, quando substitui um apresentador que passou mal. Com minha desenvoltura, acabei fazendo vários trabalhos, até chegar ao rádio, o que me permitiu conseguir o registro de radialista na Delegacia Regional do Trabalho. Ao concluir um curso técnico de informática, acabei sendo professor desse curso, o que me levou depois a uma multinacional, na qual ingressei com uma bolsa de estudos num curso de engenharia de sistemas. Saía de Campo Grande às 4h30, chegava no Centro às 7h30 e às 18h tinha que seguir para a faculdade. Eu me lembro de um chefe que nessa época derramava café no chão, de propósito, quando dava a hora de irmos embora, para nos prender mais no escritório, já que a equipe da limpeza não estava mais ali. Muitos colegas acabaram dispensados porque não se submetiam a essa situação. Como surgiu a ideia de fundar a ONG RBS? Atuei com vários políticos. Trabalhei na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, fui assessor na Segurança Alimentar. Ao conhecer o meu trabalho social, um amigo juiz de Direito me orientou para criar a ONG RBS, pois o mesmo viu a seriedade de nosso trabalho social. Foi aí que nasceu a vocação social e a ONG? Em 2006, uns juízes de Campo Grande me pediram ajuda para realizar uma ação social. Na época procurei alguns

empresários, que ajudaram muito. Assim nasceu o projeto Fique Legal 2006, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio
de Janeiro, com atendimento a mais de três mil pessoas. Na verdade, na ocasião eu não tinha tanta experiência assim, mas tinha coragem e fé em Deus. Quem me ajudou muito foi o José Carlos Soares, responsável pela unidade móvel do projeto Ação Global, da TV Globo. Entrega de Ambulancias do Corpo de Bombeiros - 13 IGBM - Consertada Pela ONG Rompendo Barreiras e Socializando. De lá para cá, que evoluções alcançaram? Em contato com universidades, passamos a convocar estudantes de Direito, Enfermagem, Medicina e Serviço Social para as ações sociais que eu sempre fazia. Esse ano, conseguimos com o Grupo Cemeru o apoio ao Projeto Botinho, do Corpo de Bombeiros. Em uma reunião do Conselho de Segurança soubemos que viaturas do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar estavam quebradas. Conseguimos juntar empresários para recuperar algumas dessas viaturas. A volta da linha Marechal Hermes x Campo Grande foi uma conquista da Câmara Comunitária de Campo Grande e Adjacências, através de uma solicitação que fiz ao ouvir a demanda da população da região. Aliás, eu também sou membro eleito dos conselhos Distrital de Saúde (licenciado), Municipal de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, e de Segurança Pública da 40ª Área Integrada de Segurança Pública. Na Zona Oeste há sempre muitas demandas para a RBS, não? A Zona Oeste que abrange Bangu, Campo Grande, Guaratiba e Santa Cruz é um grande curral eleitoral, com jeito de cidade dormitório. Os deslocamentos cansam o trabalhador mais do que a jornada de trabalho. Ao longo dos anos o povo daqui tem sido usado como massa de manobra. Quem está no poder não quer que o povo esteja ligado na política. Quem não gosta da política acaba deixando muitos de seus direitos de lado e passa a ser governado por quem gosta e até por quem se aproveita dela. Como fazer com que as pessoas entendam isso? A política está no dia a dia do cidadão, nos bairros, nas associações de moradores. Pela política passam o preço das mercadorias, a industrialização, o avanço da tecnologia, a qualidade na educação e na saúde. Como operador do Direito, na condição de aluno do 9º período
da Universidade Cândido Mendes, uma instituição de 117 anos, vejo que o Estado Brasileiro não oferece direitos
iguais a todos, desrespeitando a Constituição Brasileira. Isso é visto, por exemplo, no transporte e no atendimento dos hospitais públicos. Os nossos hospitais aqui na Zona Oeste estão largados. Às vezes o enfermeiro é obrigado a
fazer classificação de risco, exercendo um papel que é do médico. O senhor será um protagonista na eleição desse ano? Vivi muitas desilusões com políticos, muitas vezes ficando sem dar respostas aos eleitores a quem tinha pedido votos. Eu sempre ouvi de muitos amigos as cobranças para eu vir candidato. São pessoas que associam o meu trabalho à possibilidade de renovação na política. Os professores José Victor de Moraes e Felipe Motta me convidaram para o Partido Trabalhista Cristão. Minhas bandeiras são as áreas sociais, de educação, segurança, saúde, mobilidade urbana, esporte e lazer. E sem esquecer que a única forma de libertar o povo das garras de políticos mal intencionados é dando o maior beneficio do mundo que e o direito a educação. O maior e precioso bem que podemos adquirir ao longo da vida e o conhecimento, pois ninguém nunca poderá nos roubar. Ação Social Realizada Forum de Campo Grande - TJ-RJ - Atuação de Adriano Macias Junto a Coordenação. Que chances imagina numa eventual disputa? O Daniel Tourinho me falou que não vinha candidato e que, assim, me oferecia uma vaga no partido. Ele me disse que há o interesse do PTC de renovar a representação. Ele me colocou no lugar dele sem me pedir nada em troca. Aula sendo ministrada pela Fundação Ulisses Guimarães no RJ, para Adriano Macias a única coisa que ninguém pode roubar é o conhecimento adquirido pelo cidadão. O que o senhor entende por renovar a política? Venho na contramão da política. Precisamos mudar o cenário atual e voltar recursos mais volumosos para trabalhos sociais. Temos de elevar investimentos nas zonas Oeste e Norte, e nas cidades da Baixada Fluminense e do Interior. A política é o caminho para devolver ao povo o seu direito, conforme a Constituição. Pagina do Amigo Adriano Macias, uma pessoa voltada para os trabalhos sociais ao povo do RJ!

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+5521964445152

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Adriano Macias posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Adriano Macias:

Compartilhar