18/05/2026
A maioria dos processos seletivos foi desenhada sem considerar que pessoas se comunicam, processam e respondem de formas diferentes. O resultado é uma triagem que mede adaptação ao formato, não competência para a vaga.
Dinâmica de grupo obrigatória, pressão por olho no olho, perguntas pessoais, cronômetro. Práticas comuns que eliminam candidatos antes de qualquer avaliação real.
A boa notícia é que pequenos ajustes no formato já mudam o resultado. Um roteiro estruturado, perguntas construídas a partir do que a vaga exige de fato e formatos alternativos de avaliação abrem o processo para quem tem competência, independente de como se comunica.
O processo seletivo é a primeira experiência que o candidato tem com a sua empresa. Vale a pena revisar o que ele está medindo.