06/01/2025
É curioso como, muitas vezes, o cenário que observamos na sociedade reflete diretamente nas empresas. Assim como há pessoas em estado de vulnerabilidade que se acomodam com o assistencialismo, há profissionais no mercado de trabalho que não sabem por que estão ali. Não faltam vagas — e muitas vezes em empresas boas, que oferecem condições justas e oportunidades reais de crescimento —, mas faltam pessoas dispostas a preenchê-las. E o problema não está apenas na falta de qualificação, mas na mentalidade.
Vivemos em um mundo onde algumas situações parecem ser promovidas para manter esse estado de apatia. Assim como quem prefere receber um benefício a buscar alternativas de desenvolvimento, vemos profissionais que recusam oportunidades de aprendizado ou se recusam a sair da zona de conforto. Há empresas que oferecem cursos, treinamentos e ferramentas para o crescimento dos seus colaboradores, mas encontram resistência. Não porque não são boas empresas, mas porque, muitas vezes, falta a vontade de aprender, de mudar e de construir algo maior.
Essa mentalidade está enraizada em um pensamento que muitas vezes desestimula o esforço, o estudo e o crescimento pessoal. Assim como na sociedade, no mundo corporativo encontramos aqueles que preferem o caminho mais fácil, mesmo que isso signifique permanecer estagnados. Por isso, é importante refletirmos sobre como fomentar, tanto na sociedade quanto nas empresas, uma cultura que valorize a educação, a proatividade e o desejo de construir um futuro melhor. Não apenas para os indivíduos, mas para todos ao seu redor.