Le Set Gestão de Pessoas

Le Set Gestão de Pessoas Le-SET | Gestão de Pessoas
✨ Transformando o conhecimento em práticas de melhoria contínuo.

Todo dono de empresa que me diz “não tenho tempo” está descrevendo o sintoma, não a causa. A agenda cheia é consequência...
31/08/2026

Todo dono de empresa que me diz “não tenho tempo” está descrevendo o sintoma, não a causa. A agenda cheia é consequência de uma coisa só: o número de decisões que ainda passam por ele. Cada aprovação retida cria uma fila atrás, e a fila cresce mais rápido do que qualquer esforço de organização pessoal consegue absorver.

Existe uma diferença que quase ninguém faz, e ela decide tudo. Delegar tarefa é entregar o que precisa ser feito — e quem recebe volta pra perguntar. Delegar critério é entregar como decidir — e quem recebe resolve sozinho e só reporta. A primeira alivia por uma semana. A segunda muda a estrutura da empresa.

O teste é simples e desconfortável: quantos dias a operação sustenta sem que ninguém precise te ligar? Não é faturamento, não é tamanho de time. É autonomia. E o que costuma parecer falta de iniciativa do time quase sempre é fila de aprovação — a pessoa entregou a parte dela e travou na sua.

Duas coisas que passam batido nessa conta. Primeiro, tudo que só você sabe fazer é ponto único de falha, não talento: conhecimento que não está registrado nem transferido não protege a empresa, expõe. Segundo, urgência todos os dias não é ritmo acelerado, é ausência de processo — quando tudo é urgente, nada foi planejado, e a adrenalina esconde que a operação está apenas reagindo.

Tem ainda o custo silencioso de contratar bem e continuar decidindo pela pessoa. Paga-se sênior, usa-se como júnior, e gente boa que não decide nada raramente passa do segundo ano. O gargalo quase nunca está embaixo. Está na mesa que assina.

Processo não engessa. Processo é decisão tomada antecipadamente, para que ninguém precise te consultar sobre o que já foi combinado. É o oposto de burocracia: é o que devolve o seu tempo.

O dia em que a empresa decide sem você é o dia em que ela deixa de ser a extensão de uma pessoa e vira, de fato, uma empresa. 🍃

O Brasil fechou os últimos doze meses com 51,3% de rotatividade entre os trabalhadores formais, segundo dados do Novo Ca...
25/08/2026

O Brasil fechou os últimos doze meses com 51,3% de rotatividade entre os trabalhadores formais, segundo dados do Novo Caged. No mesmo período, 9,1 milhões de pessoas com carteira assinada pediram demissão por iniciativa própria — o maior volume desde o início da série, em 2004. Vale a ressalva metodológica: esse percentual vem de levantamentos privados sobre dados trabalhistas e não é diretamente comparável a estatísticas internacionais.

Só que esse número não serve para explicar a sua empresa. Ele dimensiona o cenário, e cenário não é diagnóstico. O problema é que a maioria das empresas para justamente aí: calcula a taxa geral, compara com o mercado, e segue sem saber onde agir.

Uma média dilui exatamente o que importa. Se a sua empresa fechou o ano com 20% de rotatividade, é bem provável que a maior parte das saídas esteja concentrada em duas ou três áreas, sob uma ou duas lideranças, enquanto o restante da operação está estável. São dois cenários diferentes somados num número só — e esse número não diz qual dos dois você tem.

O que muda decisão são quatro recortes: quem saiu, em que momento do vínculo, sob qual liderança e por qual motivo. Saídas concentradas nos primeiros seis meses apontam para seleção ou integração mal feitas. Saídas depois de dois anos apontam para falta de perspectiva. É o mesmo percentual na planilha e são causas opostas, que exigem soluções opostas.

E o custo raramente é o que aparece. A rescisão é a parte barata. O caro é o tempo de gestor em processo seletivo, os meses até a nova pessoa produzir no ritmo esperado, o conhecimento que sai pela porta e a sobrecarga de quem f**a — que costuma virar a saída seguinte. Isso não vira linha na DRE. Vira margem que não fecha.

A boa notícia é que quase toda empresa já tem o material bruto: entrevista de desligamento, pesquisa de clima, registro de absenteísmo. O que falta é o cruzamento — ler essas fontes juntas, por área e por gestor, acompanhando a variação ao longo do tempo. Instrumento que não muda decisão nenhuma deixa de ser diagnóstico e vira custo. 🍃

Diagnóstico e estruturação: link na bio.

Quase todo empresário que me diz “contratei errado” está descrevendo outra coisa. A pessoa passou por seleção, entrevist...
21/08/2026

Quase todo empresário que me diz “contratei errado” está descrevendo outra coisa. A pessoa passou por seleção, entrevista, teste, referência — e mesmo assim não vingou. O problema raramente está em quem entrou. Está no que aconteceu depois que ela entrou.

Os primeiros 90 dias decidem quase tudo, e decidem em silêncio. Ninguém pede demissão no terceiro mês: a pessoa decide muito antes e só comunica depois. Nesse intervalo ela leu o primeiro dia — se tinha mesa, acesso, alguém esperando, ou se teve que perguntar onde sentar. Leu quem a recebeu — o gestor direto, ou um crachá entregue pelo RH e mais nada. Leu o critério — o que signif**a ir bem naquele cargo, e descobriu que ninguém sabia dizer em voz alta. E esperou uma conversa de ajuste que nunca aconteceu, porque feedback estruturado costuma chegar só quando já virou desligamento.

Onboarding não é boas-vindas. É um processo com responsável, prazo e registro — e é a parte mais barata de arrumar em qualquer operação, porque não depende de contratar mais gente, depende de combinar melhor. Se você já perdeu alguém bom antes do sexto mês, provavelmente não foi azar na seleção. Foi acolhimento sem desenho. 🍃

Diagnóstico e estruturação: link na bio.

A gente aprendeu a identif**ar red flag de longe. Ninguém nunca me ensinou a reconhecer green flag.Pra quem não é da int...
18/08/2026

A gente aprendeu a identif**ar red flag de longe. Ninguém nunca me ensinou a reconhecer green flag.

Pra quem não é da internet: red flag é a bandeira vermelha, o sinal de perigo. Green flag é o contrário — o sinal de que ali tem alguém seguro. Só que existe uma assimetria entre as duas. A vermelha aparece rápido, quase sempre num episódio só: uma frase atravessada, uma reação desproporcional. A verde não tem episódio. Ela só aparece na repetição, no acúmulo de dias comuns. Por isso é tão mais difícil de nomear — não tem cena, tem constância.

E green flag nunca é grande. Não tem gesto bonito, não rende foto. É comemorar a conquista do outro sem aquele “mas” no fim da frase. É escutar sem já estar montando a resposta enquanto o outro ainda fala. É f**ar no dia ruim, não só no dia de anúncio. É somar quando seria mais fácil competir.

Empreender ao lado de quem eu amo me ensinou isso de um jeito que nenhum curso ensinaria. Porque quando o negócio é dos dois, não existe vitória individual — existe vitória que chega em casa junto com o cansaço, e alguém precisa saber segurar as duas coisas ao mesmo tempo. Já tivemos semanas em que a melhor coisa que ele fez por mim foi não dar conselho nenhum. Só f**ar.

O que eu não esperava era descobrir que essa lista não muda de nome quando sai de casa. Troque “quem ama” por “quem lidera” e ela continua inteira. O gestor que precisa diminuir a conquista do time para caber na sala é o mesmo que, em casa, não consegue comemorar sem se sentir ameaçado. O que escuta só para responder está negociando, não construindo — em qualquer mesa.

No fim, o nome disso é coerência — e coerência é menos sobre caráter do que sobre repetição. Green flag não é uma qualidade que a pessoa tem; é um comportamento que ela sustenta quando está cansada, quando perdeu, quando ninguém está olhando. É por isso que confiança demora a se formar: quem confia não está avaliando intenção, está esperando um padrão se confirmar ao longo do tempo. Em casa e no trabalho o cálculo é o mesmo — a gente só baixa a guarda perto de quem se comporta igual nos dois lugares. 🍃

Eu acho chique… quando a empresa entende que gestão de pessoas não é discurso — é prática. 🤍Chique é investir em saúde m...
17/08/2026

Eu acho chique… quando a empresa entende que gestão de pessoas não é discurso — é prática. 🤍

Chique é investir em saúde mental sem ser só a frase bonita na parede: criar um ambiente onde as pessoas realmente podem falar, ser ouvidas e pedir ajuda. Chique é oferecer benefícios que contribuem de verdade para a qualidade de vida. Chique é tratar treinamento como oportunidade de crescer — o colaborador cresce, e a empresa cresce junto. Chique é ter cultura de feedback na rotina, com respeito e clareza, não só quando algo dá errado. E chique mesmo é quando aquele quadro lindo de missão, visão e valores combina com a realidade de quem trabalha ali.

No fim, o mais sofisticado de tudo é coerência. Empresa bonita no discurso qualquer uma pode ser. Difícil — e verdadeiramente chique — é transformar discurso em cultura. Gestão de pessoas que acontece na prática.

Em março de 2026, a 4.000 metros de profundidade no Pacífico — no escuro absoluto, sob pressão que esmagaria quase qualq...
13/08/2026

Em março de 2026, a 4.000 metros de profundidade no Pacífico — no escuro absoluto, sob pressão que esmagaria quase qualquer coisa — pesquisadores encontraram 24 espécies desconhecidas. Entre elas, algo ainda mais raro: uma superfamília inteiramente nova, um galho inédito na árvore evolutiva da vida. 🌊

O detalhe que mais impressiona não é o que foi achado, é o que ainda está lá: mais de 90% da vida naquela região nunca foi descrita pela ciência. Não é que ela não exista — é que ninguém tinha ido olhar. O valor mais raro do planeta estava no ponto menos glamouroso, no fundo escuro, onde a luz raramente chega.

E essa é uma lição que vale para qualquer lugar onde exista gente reunida em torno de um objetivo. O maior potencial quase nunca está no que já é visível e celebrado. Está no que a pressa não deixa enxergar: a pessoa que não aparece nas reuniões, a área que ninguém visita, a ideia que ninguém parou para ouvir. Descobrir não é sorte — é a disposição de ir fundo e iluminar o que ninguém ilumina. Quem só olha para onde já está acostumado encontra sempre o mesmo. Quem mergulha, encontra o que ninguém viu.

Durante a transmissão ao vivo da missão Artemis II, um pote de creme de avelã escapou e ficou flutuando na cápsula, pass...
10/08/2026

Durante a transmissão ao vivo da missão Artemis II, um pote de creme de avelã escapou e ficou flutuando na cápsula, passando a poucos centímetros da cabeça de uma astronauta. Ninguém planejou, ninguém pagou por aquilo — simplesmente aconteceu, ao vivo, diante de milhões de pessoas. 🍫

Nos dois dias seguintes, as menções à marca dispararam mais de 500%. O que qualquer campanha milionária tentaria fabricar aconteceu de graça, por acaso. Mas o detalhe que quase ninguém percebe é por que funcionou: a marca não tentou roubar o protagonismo dos astronautas, não forçou a barra, não fingiu que o momento era maior do que era. Só soube ler o instante e entrar na conversa na medida certa.

E aqui mora a parte que vale para qualquer lugar onde exista gente reunida em torno de um objetivo: os momentos que constroem valor raramente são os planejados no papel. São os espontâneos — e o que os transforma em algo memorável não é o acaso em si, é a sensibilidade de quem está por perto para reconhecê-los na hora certa. Cultura, reputação e confiança se constroem muito mais nesses instantes não roteirizados do que em qualquer plano oficial.

06/08/2026

Na última sexta-feira, vivemos um momento muito especial na Escola Pestalozzi. 💙

Em três encontros, tivemos a oportunidade de conversar com cerca de 300 pessoas sobre saúde mental, inteligência emocional e os desafios que as emoções trazem para o ambiente de trabalho e para a vida.

Mais do que um treinamento, foi um espaço de escuta, reflexão e conscientização sobre a importância de cuidar de quem cuida.

Nosso agradecimento à Escola Pestalozzi pela confiança e pela coragem de abrir espaço para um tema tão necessário. Iniciativas como essa demonstram que cuidar das pessoas é um compromisso que transforma ambientes, fortalece equipes e faz a diferença na vida de cada colaborador.

Que esse seja apenas o começo de muitas conversas que promovam mais saúde, equilíbrio e humanidade. 💙

BemEstar TreinamentoCorporativo EscolaPestalozzi

Um dado do estudo Workmonitor 2026 (Randstad, com mais de 27 mil profissionais) costuma ser lido como boa notícia: 63% d...
06/08/2026

Um dado do estudo Workmonitor 2026 (Randstad, com mais de 27 mil profissionais) costuma ser lido como boa notícia: 63% das pessoas se sentem mais conectadas ao gestor direto do que à própria empresa, e 72% dizem ter uma boa relação com quem as lidera. Parece só elogio à liderança — mas tem uma leitura menos confortável. 🍃

Se o vínculo real do profissional é com a pessoa do gestor, e não com a organização, então a empresa terceirizou boa parte da sua retenção para um indivíduo. Quando esse gestor é bom, tudo funciona. Quando ele sai, tende a levar gente junto. Quando ele é fraco, a empresa perde talentos sem nem entender o porquê — vê o resultado (a saída), não a causa (a relação que se desgastou). Não é à toa que menções a desalinhamento com a liderança cresceram 149% entre 2024 e 2025, e que formar líderes virou o desafio número um das empresas, recorde em cinco anos.

A boa notícia é que liderança não é dom: é competência, e competência se estrutura. Dá para desenvolver clareza de direção, qualidade de feedback e consistência — que é o que sustenta um time por dentro. Comenta LÍDER que a gente te manda um material sobre o que faz uma liderança reter de verdade.

Endereço

Rua: Esperança, Nº 580
Franca, SP
14403-148

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Le Set Gestão de Pessoas posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Le Set Gestão de Pessoas:

Atalhos

Compartilhar

Categoria