30/09/2026
Toda vez que uma empresa contrata “o nome” em vez do problema que precisa resolver, ela está apostando a mesma ficha que a JCPenney apostou em 2011.
A aposta nem sempre é irracional: reputação é um atalho real, e atalhos existem porque funcionam às vezes. O problema é quando o atalho vira a única verif**ação.
Ninguém perguntou, antes de contratar Ron Johnson, se o que ele resolveu na Apple era o mesmo problema que a JCPenney tinha pela frente.
Essa é a pergunta que separa um processo seletivo de uma decisão por impulso: não “o que essa pessoa já fez”, mas “em que condições ela fez isso” e se essas condições existem no seu contexto.
Na sua última contratação de liderança, alguém fez essa pergunta ou o currículo falou mais alto?